Poesia

UMA ODE DE RICARDO REIS: UMA CHESTERTONIANA MÉTRICA SALTITANTE DE UM CONTEÚDO SOMBRIO

Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa,…

Poema 109 de Bruno Tolentino: truques inusitados num poema natural ou “a paz de um Céu tão fácil de perder”

Não permitas, Senhor, que a minha carne se confunda outra vez e eu me atrapalhe e caia como cartas de baralho o…